sábado, 18 de junho de 2011

Inferno - Estudioso (Edward William Fudge) Está Certo de que, Punição Não é Para Sempre

“Isso não parece o Deus que eu conheço e vejo em Jesus Cristo”, afirmou ele.

Por: Michelle A. Vu, TheChristianPost
Tradução: Rodrigo L. Albuquerque

Um dos maiores estudiosos sobre o inferno diz que ele concorda com Rob Bell, que um Deus de amor não pode permitir que pessoas sejam queimadas e se contorçam de dor para sempre depois que eles morrerem.

Mas é ai onde seus argumentos acabam.

Edward William Fudge, o autor de The Fire That Consumes: A Biblical and Historical Study of the Doctrine of Final Punishment (O Fogo Que Consome: Um Estudo Bíblico e Histórico da Doutrina da Punição Final), é um defensor da visão aniquilista do inferno. Ele acredita que o inferno é real e as pessoas são torturadas no inferno. Mas diferentemente da visão tradicional, ele sustenta que a dor é temporária e aqueles no inferno eventualmente cessarão de existir.

“Isso tem a ver com o caráter de Deus e a maneira que as pessoas veem o caráter de Deus”, explicou Fudge para o The Christian Post na quarta-feira. “O Deus que ama o mundo tanto que Ele deu seu único filho para que os crentes não perecessem mas tivessem a vida eterna vai então voltar e atirar bilhões deles dentro de algo que é como um lago de lava vulcânica e fazer assim de maneira que eles não morram, e que eles enfrentem isso para sempre”.

“Isso não parece o Deus que eu conheço e vejo em Jesus Cristo”, afirmou ele.

O Fogo Que Consome, o livro de 442 páginas com cerca de 1000 notas de rodapé, foi primeiramente lançado em 1982. O livro, que é considerado um livro de leitura obrigatória pelos teólogos e estudiosos do inferno, apenas marcou o lançamento de sua primeira edição há poucas semanas atrás.

Fudge que é um advogado e ex-ancião nas Igrejas de Cristo, diz que ele não leu o livro controverso de Rob Bell, O Amor Vence, e não vê a necessidade para isso. Mas ele leu “sérias análises por pessoas de mente soberba” sobre o livro e diz que ele concorda com Bell que a visão tradicional que um não salvo tem que ser sujeitado à tortura pela eternidade contradiz com o entendimento de um Deus de amor.

Dezenas de passagens na Bíblia, Fudge afirma, sustenta sua posição de que a vida eterna é presente de Deus somente para os crentes. Em John 3:16, por exemplo, diz “todo aquele que nele crê não perecerá mas terá vida eterna”. Esse versículo famoso somente promete a vida eterna para aqueles que acreditam em Jesus, mantém o defensor do aniquilismo.

E em Romanos 6:23, o Apóstolo Paulo diz que “o salário do pecado é a morte, mas o presente de Deus é a vida eterna”.

Todas as vezes que a palavra imortalidade é usada no Novo Testamento sobre as pessoas, o estudioso diz, está sempre falando sobre os salvos, tais como em I Coríntios 15.

“Isso (imortalidade) nunca é usada para os perdidos. Porque os seres humanos existem somente enquanto Deus os dá a vida. Se os ímpios são crescidos não imortais... então não há nenhuma base na qual eles podem continuar a existir para sempre”, disse Fudge.

é importante para todo o Cristão pensar cuidadosamente através do que acontece no inferno, disse o respeitado autor, porque os crentes devem ensinar a palavra de Deus corretamente.

“Se pretendemos falar de Deus, precisamos ser bem cuidadosos e tentar ser precisos no que nós representamos do que Deus está dizendo”, disse ele. “Eu acredito que a visão tradicional é um terrível escândalo contra a natureza de Deus por si só”.

Estudiosos cristãos notáveis que também sustentam a mesma visão que Fudge sobre o inferno incluem: F.F. Bruce, um estudioso bíblico que é considerado um dos fundadores do entendimento evangélico moderno da Bíblia; e NT Wright, um estudioso líder em Novo testamento e ex-bispo de Durham na Igreja da Inglaterra, entre outros. John Stott, um clérigo anglicano e um líder do movimento evangélico mundial, pediu por uma consideração dessa visão.

A terceira edição de O Fogo Que Consome está expandida para conter os argumentos dos 12 tradicionalistas.

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sábado, 4 de junho de 2011

Fábio Jr.: 'Achei que era ateu'

Fábio Jr. conversou sobre religião com Angélica, no programa 'Estrelas', da Globo


Angélica visitou a casa de Fábio Jr. com o programa Estrelas, da Globo, exibido neste sábado, 4. A apresentadora conversou com o cantor sobre a relação com os filhos e religião.

Fábio afirmou ser muito religioso, mas disse que nem sempre foi assim. "Eu achei que era ateu. Sabe como eu descobri que era religioso? No dicionário" , declarou o cantor, explicando que no dicionário a palavra religião é descrita como 'reunir pessoas'. "Quando eu li, falei 'eu sou assim'", completou.

No canto da sala de Fábio, há um santuário com uma foto de Chico Xavier. O cantor contou que encontrou o médium duas vezes antes de sua morte, e na primeira vez não conseguiu falar nada. "Eu só chorei. Fiquei chorando por 40 minutos, e ele ficou me explicando o que era o caminho que escolhi, o que era minha carreira", disse.

Angélica revelou que quase conheceu Chico, mas ele acabou morrendo antes. "Não conheci por uma semana. Queria muito", comentou.

Tal pai, tal filho

Fábio também falou do seu filho Filipe Galvão, o Fiuk. "É tão estranho ouvir chamarem ele assim", confessou. Sobre as semelhanças com o herdeiro, ele disse: "Tem coisas com ele que são impressionantes, eu me vejo nele no dia-a-dia..."

O cantor também revelou ser um grande parceiro do filho. "Eu acho que quis tanto, que aconteceu", resumiu.

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