sexta-feira, 29 de junho de 2012

Cientologia motivou a separação de Tom Cruise e Katie Holmes. Katie não deseja que Tom influencie religiosamente a filha Suri.

A cientologia foi fundada nos Estados Unidos, em 1954, pelo escritor de ficção científica Lafayette Ron Hubbard. A filosofia prega a imortalidade do ser humano e estimula a limpeza da alma e da mente.

Por: Celebridades.UOL
Foto: Carlo Allegri/Reuters

Cientologia motivou a separação de Tom Cruise e Katie Holmes (Foto: Carlo Allegri/Reuters)
Tom Cruise e Katie Holmes
O site de celebridades TMZ afirmou nesta sexta-feira (29) que a cientologia, um tipo de filosofia religiosa, foi o motivo da separação de Katie Holmes e Tom Cruise. Segundo pessoas ligadas ao casal, Katie temia que Cruise levasse a filha Suri para a igreja.

Cruise, adepto à cientologia desde a década de 80, seria fanático pela religião, enquanto Katie nunca teria sido tão ligada. A declaração da atriz sobre a guarda da filha também estaria relacionada ao fato, pois Katie não deseja que Tom influencie religiosamente a criança.

A notícia da separação do casal, que já estavam juntos a cinco anos, foi dada nesta sexta-feira (29) pelo site da revista "People". Os dois se casaram em novembro de 2006, em um castelo na Itália. No mesmo ano, o casal teve a única filha, Suri, de 6 anos.

Um representante do ator disse à "People" que Katie entrou com o pedido de divórcio. "Tom está profundamente triste e se concentrando em seus três filhos. Por favor, permitam que eles tenham privacidade", disse. O ator disse à imprensa norte-americana estar muito triste com a escolha da esposa e afirma ter sido pego de surpresa.

Entenda a cientologia

A cientologia foi fundada nos Estados Unidos, em 1954, pelo escritor de ficção científica Lafayette Ron Hubbard. A filosofia prega a imortalidade do ser humano e estimula a limpeza da alma e da mente.

Para os adeptos, o homem é um ser imortal, composto de três partes: corpo, mente e espírito. Sua experiência vai muito além de uma só vida, acreditando na reencarnação. A salvação depende de si mesmo, de seus semelhantes e de sua relação com o universo.

Em 2007, Tom Cruise foi considerado pelos líderes da seita, o "Cristo" da cientologia. De acordo com o tabloide britânico "The Sun", o ator disse que foi escolhido para espalhar a palavra de sua fé através do mundo. Segundo o ator, a cientologia tem o poder de criar novas e melhores realidades.

A confirmação do fim do casamento

O primeiro a confirmar o divórcio foi o advogado da atriz, Jonathan Wolfe. "A maior preocupação de Katie, como sempre foi, é o bem estar de sua filha (Suri)", disse. "Este é um assunto particular de Holmes e sua família".

Segundo o site, a última vez que o casal foi visto junto foi em fevereiro deste ano. Katie não foi a nenhuma pré-estreia de "Rock of Ages: O Filme", no qual Cruise é protagonista.

Na época do casamento, a imprensa norte-americana divulgou que Katie receberia US$ 3 milhões por ano de casada se o casamento fosse desfeito em menos de 11 anos. Se a informação for verdadeira, Katie receberá US$ 15 milhões com a separação. Se o casamento acabasse após 11 anos, Katie ficaria com metade do patrimônio do ex-marido. Segundo o TMZ, Katie e Tom acumulam uma fortuna de US$ 275 milhões.

Este foi o primeiro casamento de Katie e o terceiro de Cruise, que também já foi casado com as atrizes Nicole Kidman e Mimi Rogers.

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terça-feira, 26 de junho de 2012

Orações públicas em nome de Jesus são proibidas nos EUA

Por: Jarbas Aragão, Gospel Prime
Traduzido e adaptado de CNB e Christian News

Capelães são proibidos de usar o nome de Jesus na Carolina do Norte
Capelães proibidos de usar o nome de Jesus
Os capelães do Departamento de Polícia de Charlotte-Mecklenburg, na Carolina do Norte foram proibidos de usar o nome de Jesus nas suas orações durante as cerimônias oficiais.

O major John Diggs, supervisor do programa de capelania, explicou que o objetivo é demonstrar uma sensibilidade maior a todas as religiões. Afinal, há policiais muçulmanos e judeus naquele departamento de polícia. “(É uma) questão de respeito pelas pessoas que podem ter religiões diferentes e que isso não visa nenhuma religião ou denominação específica. O departamento de polícia não pertence a nenhuma igreja”, explicou.

O pastor Terry Sartain, da igreja Christian Horizon Fellowship, que atua como voluntário no serviço de capelania da polícia durante 7 anos, disse que estava triste com a nova decisão. “Eu sou um pastor e Jesus é a única coisa que tenho a oferecer para abençoar essas pessoas. Ele deu a sua vida por mim, e não tenho mais nada para oferecer. Os cristãos só têm a Cristo para oferecer”.

“Isso gera em nós uma preocupação muito real sobre onde estamos indo como nação. Eu sirvo a um Deus que ama as pessoas incondicionalmente, que morreu por seus pecados na cruz. Ele quer se reconciliar com elas e amá-las. Agora estão me dizendo que não posso abençoar as pessoas?”, completou.

O pastor Sartain disse que discorda da decisão que lhe foi imposta e por isso foi informado que não poderá mais servir como capelão. O major Diggs disse apenas que todo capelão que se recusa a cumprir a determinação será substituído. A nova diretriz se aplica a eventos como formaturas, promoções, festividades ou funerais que envolvam todos os policiais.

A situação rapidamente ganhou as manchetes de vários jornais norte-americanos e está gerando muita discussão entre os capelães que servem em diferentes locais, pelo temor de que isso se torne uma norma nacional.

Mike Williams, que é policial de carreira, mas também serve como capelão no Colorado, diz que a ordem dada a Sartain é ilegal. “Como capelão e policial cristão, obedeço ordens, em conformidade com Romanos 13:1-4. Porém, isso não deve comprometer meu compromisso com Deus”, afirmou.

“Quando Deus inspirou Paulo a escrever essa passagem, Nero era o imperador e estava matando milhares de cristãos que não renunciavam à sua fé… Esta é uma ordem que os cristãos devem recusar”, afirmou.
Ele contou ainda que um de seus colegas foi instruído explicitamente a não usar mais o nome de Jesus, então decidiu terminar sua oração dizendo “no santo nome de Yeshua”, a versão hebraica do nome de Jesus. No entanto, há quem discorde que isso se trata de um problema.

Em um site popular entre os que trabalham com capelania, uma mensagem assinada por um capelão católico dizia: “Não há nenhum conflito de fé numa oração em que qualquer pessoa, de qualquer tradição de fé, use apenas o nome do Deus de todos os povos, qualquer que seja o nome que demos ao Deus todo-poderoso “.

Notícia relacionada: http://www.nydailynews.com

Traduzido e adaptado de CNB e Christian News



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sábado, 9 de junho de 2012

Pastor Usava a Bíblia Para Abusar Sexualmente das Fiéis atrás do altar, durante o culto.

Antes de fugir, o pastor disse recentemente diante de seus mais de 4.000 seguidores que as gravações são uma "montagem". O Ministério Público acredita que o número de vítimas chegue a 72 em toda a Colômbia.

Por: Redação, Padom

O pastor Álvaro Gómez Torres, líder da Igreja Ministério Apostólico Salem, localizada na cidade de Pasto na Colômbia, usou a Bíblia para enganar os seus seguidores a pensar que tinham que fazer sexo com ele.

A ONG Rede de Apoio a Vítimas de Cultos da Colômbia, denunciou o pastor Álvaro Gómez Torres de estupro de 27 meninas, com idade entre 13 a 18 anos, de acordo com o jornal colombiano El Tiempo. E o pior de tudo é que o pastor usava trechos do velho testamento da bíblia para convencer as suas vítimas, que se se recusassem a fazer o que ele dizia, "cairiam na maldição de Judas, e suas famílias seriam vítimas das sete pragas do Egito".

Hector Navarro, presidente da ONG, contou ao jornal que o pastor, cujo paradeiro é desconhecido, “deixava os membros da igreja cantando louvores ao Senhor e nos últimos 15 minutos de suas reuniões, nas quartas-feiras, sábados e domingos e ia ao seu escritório para cometer os atos de abusos sexuais".

Navarro disse que o pastor coagia as fieis que não se submetiam às suas exigências, dizendo que elas iriam "cair na maldição de Judas, e que sobre suas famílias iriam cair as sete pragas do Egito." Navarro disse que, de acordo com a sua pesquisa, Alvaro Torres Gomez começava com as vítimas escolhidas através de uma abordagem gradual, carícias, beijos fraternos na testa, em seguida, seu rosto, posteriormente a boca até alcançar o beijo profundo. As fiéis escolhidas eram orientadas a usar saia e não usar sutiã.

Navarro disse que os trabalhadores da igreja desconfiaram do pastor e esconderam uma câmera de vídeo em um buquê de flores para ter provas suficientes. As gravações foram entregues ao Ministério Público.

Antes de fugir, o pastor disse recentemente diante de seus mais de 4.000 seguidores que as gravações são uma "montagem". O Ministério Público acredita que o número de vítimas chegue a 72 em toda a Colômbia.

Vídeo contendo senas de sexo entre o Pastor e duas fiéis, atrás do altar durante o culto:




Depoimentos de mulheres abusadas pelo Pastor:


Pastor que estava foragido é capturado pela polícia

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